domingo, 24 de abril de 2011

O SORRISO DE MONA LISA!


Cópia fiel!!!
Será que não foi a outra que se inspirou nela, até o sorriso disfarçado é igual!!!
Agora falta descobrir quem é a mais medonha!!!
Isso porque sou teu amigo, viu!
kkkkkkkkkkkkk

Pedro, Lena e Eu...

Feriadão de Páscoa na Serra Gaúcha!
Farroupilha, Carlos Barbosa e Garibaldi.






Tem mais algum para degustar!??

quarta-feira, 20 de abril de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Refletimos um no outro...

Às vezes nos surpreendemos com determinadas coisas e pessoas ao longo de nossas vidas. Não muito raro, pequenos gestos nos emocionam muito mais que grandes demonstrações de afeto. Há pessoas com sensibilidade tão aflorada, que mesmo sem saber, captam nossa pequena energia e a tranformam em luz. Fazendo-nos iluminar, não só para si, mas para o mundo também. Transmutam nossa tristeza em grande alegria. Há outras, porém, que nos apagam...
Agora, permita-me Naty, descrever aqui, neste espaço, tua demostração de carinho por mim, através desta cartinha que recebi em mãos no último dia de trabalho teu em nossa equipe.
Fernando
"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, isso porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, mas não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso".
Adorei ter te conhecido, ter compartilhado momentos de alegria, de estresse, momentos de reflexão, descontração, frustração... Sinto que tu dividiu muitas coisas comigo, pensamentos, sentimentos, experiências de vida e até um chocolate! Mas saiba que de todas as coisas que tu compartilhou comigo, a que mais me marcou e a que com certeza eu vou levar comigo, é a tua alegria de viver, a tua capacidade de sorrir e de fazer alguém sorrir, mesmo que o momento pareça não ser o mais oportuno.
Tem uma frase que me faz lembrar muito de ti, e eu até já te citei ela, mas gostaria de registrá-la aqui para que tu nunca esqueça dela: "Dar ao próximo alegria parece coisa tão singela, aos olhos de Deus, porém, é das artes a mais bela".
Sempre me lembrarei de ti com muito carinho!
Natália
11-março-2011
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Thaís e Natália xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Fico muito agradecido, quando vejo que ainda é possível agraditar nas pessoas, na vida e nas oportunidades. Que, mesmo que nos decepcionemos, não podemos deixar de apostar nas amizades, nos desafios e em nossa capacidade de melhorar. Mais agradecido mesmo, quando nos tocam com palavras verdadeiras como estas, vindas de forma tão natural e expontânea. Na verdade, brilho porque reflito a luz dos olhos daqueles que me enxergam na profundidade.
Obrigado Naty, que Deus ilumine sempre o teu caminho, e que possas multiplicar esta capacidade de ver luz em meio à escuridão. Sucesso na nova equipe. Bjuss!!!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Toda vez que eu sinto o paraíso...


Meu Amigo Pedro
Composição: Raul Seixas / Paulo Coelho

Muitas vezes, Pedro, você fala
Sempre a se queixar da solidão
Quem te fez com ferro, fez com fogo, Pedro
É pena que você não sabe não

Vai pro seu trabalho todo dia
Sem saber se é bom ou se é ruim
Quando quer chorar vai ao banheiro
Pedro as coisas não são bem assim

Toda vez que eu sinto o paraíso
Ou me queimo torto no inferno
Eu penso em você meu pobre amigo
Que só usa sempre o mesmo terno

Pedro, onde você vai eu também vou
Mas tudo acaba onde começou

Tente me ensinar das tuas coisas
Que a vida é séria, e a guerra é dura
Mas se não puder, cale essa boca, Pedro
E deixa eu viver minha loucura

Lembro, Pedro, aqueles velhos dias
Quando os dois pensavam sobre o mundo
Hoje eu te chamo de careta, Pedro
E você me chama vagabundo

Pedro, onde você vai eu também vou
Mas tudo acaba onde começou

Todos os caminhos são iguais
O que leva à glória ou à perdição
Há tantos caminhos tantas portas
Mas somente um tem coração

E eu não tenho nada a te dizer
Mas não me critique como eu sou
Cada um de nós é um universo, Pedro
Onde você vai eu também vou

Pedro, onde você vai eu também vou
Mas tudo acaba onde começou

É que tudo acaba onde começou...

terça-feira, 1 de março de 2011

Um dia a maioria de nós irá se separar...


Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!
Vinícius de Moraes

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O INACABADO QUE HÁ EM MIM.

Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina.
Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo,
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nesta hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil.
Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão.
Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.
Padre Fabio de Melo